terça-feira, 28 de julho de 2009

segunda-feira, 27 de julho de 2009

O Evangelho dos Evangélicos

"Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus." (Jesus Cristo)

Estou convencido de que um é o evangelho dos evangélicos, outro é o evangelho do reino de Deus. Registro que uso o termo "evangélico" para me referir à face hegemônica da chamada igreja evangélica, como se apresenta na mídia radiofônica e televisiva.

O evangelho dos evangélicos é estratificado. Tem a base e tem a cúpula. Precisamos falar com muito cuidado da base, o povo simples, fiel e crédulo. Mas precisamos igualmente discernir e denunciar a cúpula. A base é movida pela ingenuidade e singeleza da fé; a cúpula, muita vez é oportunista, mal intencionada, e age de má fé. A base transita livremente entre o catolicismo, o protestantismo e as religiões afro. A base vai à missa no domingo, faz cirurgia em centro espírita, leva a filha em benzedeira, e pede oração para a tia que é evangélica. Assim é o povo crédulo e religioso. Uma das palavras chave desta estratificação é "clericalismo": os do palco manipulando os da platéia, os auto-instituídos guias espirituais tirando vantagem do povo simples, interesseiro, ignorante e crédulo.

A cúpula é pragmática, e aproveita esse imaginário religioso como fator de crescimento da pessoa jurídica, e enriquecimento da pessoa física. Outra palavra chave é "sincretismo". A medir por sua cúpula, a igreja evangélica virou uma mistura de macumba, protestantismo e catolicismo. Tem igreja que se diz evangélica promovendo "marcha do sal": você atravessa um tapete de sal grosso, sob a bênção dos pastores, e se livra de mal olhado, dívida, e tudo que é tipo de doença. Já vi igreja que se diz evangélica distribuir cajado com água do Jordão (i.é, um canudo de bic com água de pia), para quem desejasse ungir o seu negócio, isto é, o seu business. Lembro de assistir a um programa de TV onde o apresentador prometia que Deus liberaria a unção da casa própria para quem se tornasse um mantenedor financeiro de sua igreja.

O povo religioso é supersticioso e cheio de crendices. Assim como o Brasil. Somos filhos de portugueses, índios, africanos, e muitos imigrantes de todo canto do planeta. Falar em espíritos na cultura brasileira é normal. Crescemos cheios de crendices: não se pode passar por baixo de escada; gato preto dá azar; caiu a colher, vem visita mulher, caiu garfo, vem visita homem; e outras tantas idéias sem fundamento. Somos assim, o povo religioso é assim. Tem professor de universidade federal dando aula com cristal na mão para se energizar enquanto fala de filosofia.

E a cúpula evangélica aproveita a onda e pratica um estelionato religioso: oferece uma proposta ritualística que aprisiona, promove a culpa e, principalmente, ilude, porque promete o que não entrega. Aliás, os jornais começam a noticiar que os fiéis estão reivindicando indenizações e processando igrejas por propaganda enganosa.

O evangelho dos evangélicos é estratificado. A base é movida pela ingenuidade e singeleza da fé, e a cúpula é oportunista. A base transita entre o catolicismo, o protestantismo e as religiões-afro, e a cúpula é pragmática. A base é cheia de crendices e a cúpula pratica o estelionato religioso.

O evangelho dos evangélicos é mercantilista, de lógica neoliberal. Nasce a partir dos pressupostos capitalistas, como, por exemplo, a supremacia do lucro, a tirania das relações custo-benefício, a ênfase no enriquecimento pessoal, a meritocracia - quem não tem competência não se estabelece. Palavra chave: prosperidade. Desenvolve-se no terreno do egocentrismo, disfarçado no respeito às liberdades individuais. Palavra chave: egoísmo. Promove a desconsideração de toda e qualquer autoridade reguladora dos investimentos privados, onde tudo o que interessa é o lucro e a prosperidade do empreendedor ou investidor. Palavra chave: individualismo. Expande-se a partir da mentalidade de mercado. Tanto dos líderes quanto dos fiéis. Os líderes entram com as técnicas de vendas, as franquias, as pirâmides, o planejamento de faturamento, comissões, marketing, tudo em favor da construção de impérios religiosos. Enquanto os fiéis entram com a busca de produtos e serviços religiosos, estando dispostos inclusive a pagar financeiramente pela sua satisfação. Em síntese, a religião na versão evangélica hegemônica é um negócio.

O sujeito abre sua micro-empresa religiosa, navega no sincretismo popular, promete mundos e fundos, cria mecanismos de vinculação e amarração simbólicas, utiliza leis da sociologia e da psicologia, e encontra um povo desesperado, que está disposto a pagar caro pelo alívio do seu sofrimento ou pela recompensa da sua ganância.

Em terceiro lugar, o evangelho dos evangélicos é mágico. Promove a infantilização em detrimento da maturidade, a dependência em detrimento da emancipação, e a acomodação em detrimento do trabalho.

Pra ser evangélico você não precisa amadurecer, não precisa assumir responsabilidades, não precisa agir. Não precisa agregar virtudes ao seu caráter ou ao processo de sua vida. Primeiro porque Deus resolve. Segundo porque se Deus não resolver, o bispo ou o apóstolo resolvem. Observe a expressão: "Estou liberando a unção". Pensando como isso pode funcionar, imaginei que seria algo como o apóstolo ou bispo dizendo ao Espírito Santo: ´Não faça nada por enquanto, eles não contribuíram ainda, e eu não vou liberar a unção".

Existe, por exemplo, a unção da superação da crise doméstica. Como isso pode acontecer? A pessoa passa trinta anos arrebentando com o seu casamento, e basta se colocar sob as mãos ungidas do apóstolo, que libera a unção, e o casamento se resolve. Quem não quer isso? Mágica pura.

O sujeito é mau-caráter, incompetente para gerenciar o seu negócio, e não gosta de trabalhar. Mas basta ir ao culto, dar uma boa oferta financeira, e levar para casa um vidrinho de óleo de cozinha para ungir a empresa e resolver todos os problemas financeiros.

Essa postura de não assumir responsabilidades, de não agir com caráter, e esperar que Deus resolva, ou que o apóstolo ou bispo liberem a unção tem mais a ver com pensamento mágico do que com fé.

Em quarto lugar, o evangelho dos evangélicos tem espírito fundamentalista. Peço licença para citar Frei Beto: "O fundamentalismo interpreta e aplica literalmente os textos religiosos, não sabe que a linguagem simbólica da Bíblia, rica em metáforas, recorre a lendas e mitos para traduzir o ensinamento religioso." O espírito fundamentalista é literalista, e o mais grave é que o espírito fundamentalista se julga o portador da verdade, não admite críticas, considerações ou contribuições de outras correntes religiosas ou científicas.

Quem tem o espírito fundamentalista não dialoga, pois considera infiéis, heréticos, ou, na melhor das hipóteses, equivocados sinceros, todos os que não concordam com seus postulados, que não são do mesmo time, e não têm a mesma etiqueta. Quem tem o espírito fundamentalista se considera paradigma universal. Dialoga por gentileza, não por interesse em aprender. Ouve para munir-se de mais argumentos contra o interlocutor. Finge-se de tolerante para reforçar sua convicção de que o outro merece ser queimado nas fogueiras da inquisição. Está convencido de que só sua verdade há de prevalecer.

Mais uma vez Frei Beto: "o fundamentalista desconhece que o amor consiste em não fazer da diferença, divergência". Por causa do espírito fundamentalista, o evangelho dos evangélicos é sectário, intolerante, altamente desconectado da realidade. O evangelho dos que têm o espírito do fundamentalismo é dogmático, hermético, fechado a influências, e, portanto, é burro e incoerente.

Em quinto lugar, o evangelho dos evangélicos é um simulacro. Simulacro é a fotografia mais bonita que o sanduíche. Não me iludo, o evangelho dos evangélicos é mais bonito na televisão do que na vida. As promessas dos líderes espirituais são mais garantidas pela sua prepotência do que pela sua fé. Temos muitos profetas na igreja evangélica, mas acredito que tenhamos muito mais falsos-profetas. Os testemunhos dos abençoados são mais espetaculares do que a realidade dos cristãos comuns. De vez em quando (isso faz parte da dimensão masoquista da minha personalidade) fico assistindo estes programas, e penso que é jogada de marketing, testemunho falso. Mas o fato é que podem ser testemunhos por amostragem. Isto é, entre os muitos que faliram, há sempre dois ou três que deram certo. O testemunho é vendido como regra, mas na verdade é apenas exceção.

A aparência de integridade dos líderes espirituais é mais convincente na TV e no rádio do que na realidade de suas negociatas. A igreja evangélica esta envolvida nos boatos com tráficos de armas, lavagem de dinheiro, acordos políticos, vendas de igrejas e rebanhos, imoralidade sexual, falsificação de testemunho, inadimplência, calotes, corrupção, venda de votos.

A integridade do palco é mais atraente do que a integridade na vida. A fé expressa no palco, e nas celebrações coletivas é mais triunfante, do que a fé vivida no dia a dia. Os ideais éticos, e os princípios de vida são mais vivos nos nossos guias de estudos bíblicos e sermões do que nas experiências cotidianas dos nossos fiéis. Os gabinetes pastorais que o digam: no ambiente reservado do aconselhamento espiritual a verdade mostra sua cara.


Estratificado, mágico, mercantilista, fundamentalista, e simulacro. Eis o evangelho dos "evangélicos".

Fonte: Ed René Kivitz

Ed René Kivitz é teólogo, escritor e palestrante, mestrando em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo. É fundador e diretor da Galilea - Consultoria e Treinamento. É pastor da Igreja Batista de Água Branca, em São Paulo (SP), e autor dos livros Vivendo com propósitos e Outra espiritualidade, ambos pela editora Mundo Cristão.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

quinta-feira, 23 de julho de 2009

RPG Games


Quando uma criança lê uma fábula ela analisa o texto e os personagens fictícios da mesma forma que nós adultos. Isso faz com que ela se envolva na aventura de procurar significado e estabelecer uma filosofia moral da vida. Essas fábulas infantis tem, então, uma importância extraordinária na formação do caráter e da visão da vida e futuro das nossas crianças. Todas as elas tem uma grande questão em sua mente: Com quem quero ser parecida? Logo uma boa e clara distinção entre o bem e o mal é fundamental para que as crianças desenvolvam dentro de si um centro moral de ser o que.

Isso não acontece nos jogos RPG, Eles apresentam um mundo moralmente confuso, onde os personagens vivem uma vida e comportamentos antiéticos como , mentira, engano, roubo, etc... com a finalidade de alcançarem seus objetivos supostamente bons.
Pode, por exemplo, apresentarem uma ninja assassina que usa a sedução e a violência para alcançar seus objetivos. Pode também o jogador estar no lugar de um vampiro que por vingança, manda matar a mulher do seu inimigo. O inimigo usa todas as armas disponíveis no jogo: espadas, lancás, machados e um poder chamado “Innocent Devils” (como se o diabo pudesse ser inocente). Esse poder lhe dá condições para manipular demônios.

Terror, gritos, corpos mutilados e seres demoníacos levam o jogador a sentir assombro enquanto joga.

O fetichismo do jogo faz uma inverção das relações sociais fazendo com que as criaturas tornem-se senhoras de seus criadores, ali se humaniza o objeto . Quem determina a dificuldade do jogo é a própria criança. O jogador acaba absorvendo o conteúdo do jogo.

Há um jogo chamado “A idade das trevas”, é um jogo de horror que se passa na europa ocidental do século XII. O jogo compara nossos desejos secretos com monstros que criamos na mente. O vampiro é uma metáfora de nossa mente negra. Esse jogo diz que há o monstruoso e o medo na vida das pessoas. O jogador assume a identidade do personagem para promover a violência, crenças e práticas ocultistas, como: incorporar espíritos familiares, conjurar demônios, amaldiçoar e envolver-se com as forças das trevas. É claro que isso faz com que o jogador confunda a fantasia com a realidade.

É preciso muito cuidado com a formação dos nossos pequeninos que hoje estão muito soltos, a mercê de toda a informação satânica. Um esforço de restauração e de preparação para o futuro precisa ser feito imediatamente ou então colheremos uma sociedade totalmente confusa no futuro próximo.
Deus nos abençoe e nos livre.
N’Ele

Van Nuys, CA

III Congresso Jovens Adoradores / Domingo

quarta-feira, 22 de julho de 2009

OLHA PRA CIMA E SIGA!


Um oficial militar paraquedista, disse que ele tem quatro ordens para dar a seus subordinados.

Atenção! Pare na porta! Olha pra cima! Siga-me!

Jesus está preparando homens e mulheres para o Novo Céu e Nova Terra e tem dado àqueles que o seguem as mesmas ordens que recebem os paraquedistas.

Atenção! Algumas pessoas não crêem que existam almas que necessitem ser salvas para a eternidade. Crêem que todos serão salvos. Todos precisam escutar a má notícia antes de que as boas novas tenha o seu tempo esgotado. Se amamos as pessoas temos que dizer-lhes do perigo de uma eternidade perdida.

Pare na porta! Muitos campos missionários estão sendo frutíferos mas há muito mais pessoas que deveriam estar lá. Parar na porta quer dizer que devemos ser obedientes e ir onde Deus nos manda, seja onde for, no campo missionário ou na igreja local. Ele só poderá nos usar se estivermos no lugar onde Ele deseja que estejamos. Não podemos manter o evangelho em segredo e sim anuncia-lo a todos os homens.

Olhe pra cima! Ao olharmos para Jesus podemos ver sua força e seu poder. É muito importante estar no lugar certo. Essa posição, para o cristão é “colocados os olhos em Jesus, o autor e consumador da nossa fé” Hb. 12:2.

Siga-me! Negarmos a nós mesmos, tomar nossa cruz e seguir a Jesus não é como saltar de um avião até a terra com um paraquedas em nossas costas. Significa estar seguro nas mãos de Jesus.
Quando confiamos em nós mesmos estamos equivocados. Cairemos no erro do orgulho espiritual por um lado e em desalento do outro. Somos realmente fortes quando somos débeis, débeis quando somos fortes. Então, seguir as pisadas de Jesus, esses saltos ao desconhecido, nos converterá em paraquedistas. Cairemos sobre o território inimigo e ganharemos almas para Jesus.
N’Ele
Canyon Country, CA

sábado, 18 de julho de 2009

A EXTRATÉGIA DE SATANÁS


João 8:42-47 - Disse-lhes, pois, Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; não vim de mim mesmo, mas ele me enviou. Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra. Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira. Mas, porque vos digo a verdade, não me credes. Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes? Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus.

Nós que seguimos a Cristo temos um inimigo, que é Satanás. Mc. 1:13 – E ali esteve no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. E vivia entre as feras, e os anjos o serviam.

Ele é um ser criado e solto no mundo, mas limitado no que pode fazer contra nós.

Jó 1:12 – E disse o SENHOR a Satanás: Eis que tudo quanto ele tem está na tua mão; somente contra ele não estendas a tua mão. E Satanás saiu da presença do SENHOR.

Muitos o consideram apenas fruto da nossa imaginação, isso o faz atuar sem ser incomodado. Apesar de ser um inimigo derrotado (João 16:11 – porque já o príncipe deste mundo está julgado) ele age como se não fosse.

Quais são os objetivos de Satanás?

1- Nos afastar de Deus por meios diretos, indiretos e sutis.
2- Frustrar o propósito de Deus para nossas vidas, nos distraindo e fazendo com que nosso foco em Deus seja tirado.
3- Negar a Deus, Sua glória e honra, fazendo-nos crer nos seus ensinos malignos, o que resulta em desobediência e rebeldia ao Senhor.
4- Nos destruir neste mundo.

O pai da mentira (João 8:44 – Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.) utiliza o engano e a tentação para alcançar seus fins.

Ele tem escolhido nossas mentes como campo de batalha.

Por que razão?

Porque a maneira equivocada de pensar nos conduz a desobediência, e impede o propósito de Deus para nossas vidas. Produzindo vulnerabilidades tais como a preocupação e o temor. Essas coisas Satanás usa para liquidar nosso progresso espiritual.

Se não fracassamos, Satanás se enfurece pois nós não fomos vencidos e mais que isso; nós o vencemos. I João 4:4 – Filhinhos, sois de Deus, e já os tendes vencido; porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo.

A Bíblia diz: 2 Co. 10:5 - Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo;

Nós podemos, com a força do Senhor, vencer, na nossa mente, todas as armadilhas do diabo.
Ele, o Senhor, nos deu sua autoridade e seu poder para que toda a ação do inimigo seja derrotada em nossas vidas.
ALELUIA!

Canyon Country, CA

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Segundo a imagem de Cristo

“Nisto é em nós aperfeiçoado o amor, para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança; pois, segundo Ele é, também nós somos neste mundo”. (I Jo 4.17)

Lembro-me que certa vez, quando saía de uma igreja tra­dicional, em São Paulo, coloquei-me à porta do prédio, à saída da igreja, para cumprimentar as pessoas, ao lado dos pastores. Uma senhora se aproximou de mim e carinhosamente me abra­çou, dizendo: “Ah, pastor estava olhando o senhor hoje e como o achei parecido com Jesus!”

”Que coisa maravilhosa, pelo menos parece que alguém está vendo que alguma coisa está melhorando em mim” . E, então, fiquei pensando: “Que virtu­de de Jesus ela viu em mim?

Teria sido o seu amor, a sua graça, a sua humildade, o coração quebrantado, o seu poder… O que ela viu em mim que a fez lembrar de Jesus? Resolvi perguntar: “Filha, o que a fez pensar assim?”. Ela respondeu: “Ah, pastor o senhor com esta barba … “.

Devemos nos parecer com Jesus nas atitudes que toma­mos, nas palavras que pronunciamos, na postura ética que assu­mimos ante a vida, no amor que demonstramos às pessoas.
Todos os cristãos deveriam estar conscientes de sua identidade como filhos de Deus, pois, segundo Cristo é, assim também somos nós no mundo.

Só cumpriremos nossa missão de abençoar as famílias da Terra se, de fato, formos como Jesus é. Foi precisamente para isso que Deus nos chamou e nos separou para ele - para termos a imagem de Cristo em nós.

o testemunho de cada cristão deveria ser:

* Segundo Ele é misericordioso, também sou misericordioso;
* Segundo Ele é justo, também sou justo;
* Segundo Ele é puro, também sou puro;
* Segundo Ele é santo, também sou santo

Na nossa santidade, reside nossa autoridade. Jamais con­seguiremos cumprir nosso chamado e prevalecer sobre os poderes das trevas, se não tivermos o caráter de Jesus em nós. Como poderemos influenciar a vida das pessoas e espalhar o Evangelho a toda criatura sem esse caráter?

Como poderá sua vida abençoar alguém, se você vive de­liberadamente na prática do pecado? Como poderá pisar na cabeça do diabo se você é mentiroso, infiel e desonesto?

Certa vez, Jesus condenou a hipocrisia dos fariseus, cha­mando-os de sepulcro caiado. Pareciam ser piedosos e justos, mas tinham um coração iníquo. Como diz aquele dito popular: “Por fora bela viola, por dentro pão bolorento“.

Que Deus nos livre dessa hipocrisia!

Pastor Carlos Alberto de Quadros Bezerra
É fundador e presidente da Comunidade da Graça, que conta com mais de 50 comunidades distribuídas pelo Brasil e outras radicadas no exterior.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Projeto Malawi - Africa

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Vá firme!

Teve Paulo durante a noite uma visão em que o Senhor lhe disse: Não temas, pelo contrario, fala e não te cales, porquanto eu estou contigo. Atos 18:9 e 10

“Vá firme! Eu estou com você.”
É assim que amigos se encorajam e se fortalecem quando problemas e tribulações aparecem nos caminhos da vida.
Se você tem amigos sabe muito bem quanto essas palavras fazem bem. É uma força inestimável, fortalece e nos dá ânimo para continuar a luta.
Veja o texto: “Não temas, mas fala e não te cales, portanto eu estou contigo”. São palavras encorajadoras do Senhor Jesus a Paulo. Ele estava passando por grande dificuldade, semelhante as que passamos hoje: falar de Jesus. E é claro que essa dificuldade vem de mãos dadas com o desânimo.
Paulo estava desanimado quando percebeu os protestos contra a pregação do evangelho. Então o Senhor Jesus, o verdadeiro amigo, na calma daquela noite, o encorajou dizendo: “Para de ter medo, continua falando e não faça silencio.”
Esses protestos continuam. Certamente não tem as mesmas características, mas como cristão você tem experimentado as dificuldades para falar do Senhor.
E como existem!
O mês de agosto é chamado pelos pagãos, de mês do azar. Isso revela uma montanha de superstições que dificultam a pregação do evangelho. As estatísticas nos mostram que o número de adeptos das superstições e dos cultos ao diabo cresce a cada dia. Elas dizem que os deuses estranhos estão em alta. Essas e muitas outras coisas podem deprimir e desanimar os cristãos.
Você é um cristão, então deve olhar para essas palavras de encorajamento e ânimo, que seu melhor amigo deu ao apóstolo Paulo, pois elas também são para você. Você não tem que estar desanimado ou prostrado diante das dificuldades, precisa crer que num mundo que se envergonha de falar de Deus uma voz que se levanta para louva-lo tem um efeito extraordinário.
Toda a dificuldade pode dar lugar a uma visão de um campo missionário, a um campo pronto para a colheita. Por isso deixe Jesus Cristo falar com você, deixe Ele mudar suas expectativas e ânimo.
Quando nosso coração se escurecer de tristeza, o Senhor revelará que Ele está perto de nós.
Quando eu temer o futuro ele estará perto de mim.
Ele está sempre perto de nós.

Deus nos abençoe e nos dê forças e ânimo para continuar.
Canyon Country, CA

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Michael Jackson. Negro ou branco? Criança ou homem? Céu ou inferno?


Michael Jackson, viveu tristezas, frustrações e uma infância de muito trabalho. Até aí nada demais, isso é normal em muitas famílias em todo o mundo, pobres ou ricos, brancos ou negros, orientais ou ocidentais, etc...
Durante os primeiros anos de sua vida, sabe-se que ele ouviu falar de Jesus, tendo oportunidade de entregar-se e experimentar o Novo Nascimento.
João 3:3 - Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.
Muitas coisas boas aconteceram em sua vida; sucesso, fama, dinheiro, etc..., mas também muitas coisas ruins: acusações, fofocas, calunias, tribunais, problemas de saúde etc...
Que triste fim ele teve! Ainda tão jovem partiu para a eternidade. Mas para onde?
Uma eternidade com Deus ou com o diabo?
Morreu por causa de problemas naturais ou por liquidar sua vida através do seu descontrole com medicamentos.
A grande pergunta é: Onde estava Deus na vida de Michael Jackson? Será que ele tinha alguma relação com Deus ou estava longe de Deus? Ninguém pode afirmar.
Através da vida deste astro da música vemos o quanto o homem precisa de um encontro com Deus. Não adianta "Ter", o homem tem que "Ser". Precisa experimentar sua salvação em Jesus Cristo.
Para não termos um final de vida tão triste como a dele precisamos nos despertar e voltar para o Senhor enquanto é tempo.
A garantia da nossa salvação não é nossa vida religiosa, nosso compromisso com a igreja e com os eventos da mesma, mas nossa relação com a Graça de Deus e Seu amor. O que leva em conta é nossa relação com o Pai!

II Sam. 22:3 - Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio.
Sempre que alguém morre costumamos olhar suas obras, seus feitos e sua bondade, para daí concluirmos se ele foi salvo ou não. Mas a palavra de Deus é clara; o que determina nossa salvação é o Novo Nascimento, é a nova vida em Cristo.
As boas obras garantem a vida eterna? Não! Temos que experimentar o Novo Nascimento.
Isaias 12:2 - Eis que Deus é a minha salvação; nele confiarei, e não temerei, porque o SENHOR DEUS é a minha força e o meu cântico, e se tornou a minha salvação.
Ele foi, não se sabe para onde. E nós para onde iremos?
Se estamos vivos ainda há tempo para decidirmos.
Canyon Country, CA

segunda-feira, 6 de julho de 2009

CRISE


CONFIANDO EM DEUS NA CRISE! Ez. 37:1-14

Salmo 125:1 – “Os que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não se pode abalar, mas permanece para sempre”.
Não é quem confia em si, em bens materiais ou em pessoas, é quem confia em Deus que supera os tempos de crise e permanece para sempre.

Crise espiritual: É quando uma pessoa perde o desejo de buscar a Deus, de orar, de congregar, de desfrutar da vida cristã, mesmo se considerando um cristão evangélico.
O profeta Ezequiel, viveu num dos piores momentos da história do povo de Deus do Antigo Testamento, o exílio na Babilônia.
Ezequiel 37 faz um relato do estado moral, social e espiritual do povo de Deus. Ele manda e Ezequiel profetiza no v.10: “Profetizei como ele me ordenara, e o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso”.
Quando confiamos em Deus na crise espiritual aprendemos que:

I – PRIMEIRO: PRECISAMOS IDENTIFICAR NOSSO ESTADO ESPIRITUAL

Avaliar nosso estado espiritual é primordial para experimentarmos o avivamento e a vitória sobre a crise. Esta visão nos mostra um povo sem ânimo, sem vontade de buscar a Deus e sem experança.
Deus mostra a Ezequiel que o povo se tornara um vale de ossos secos.

II - A SOLUÇÃO PARA A CRISE É VOLTAR PARA A PALAVRA

A segunda coisa que precisamos entender é a expressão que está no v.4: “disse-me ele: Profetiza a estes ossos e dize-lhes: ossos secos, ouvi a palavra do Senhor”. A Palavra tem o poder de alimentar, fortalecer, libertar, ensinar, corrigir e animar o coração do homem.
O que leva o homem a se tornar ossos secos? Não se alimentar corretamente por distúrbio ou por falta de alimento. Espiritualmente não é diferente, há pessoas que estão secas por falta da Palavra.
Para sairmos da crise espiritual precisamos confiar nele e para isso acontecer precisamos ouvir a sua Palavra. Não podemos apenas ouvir no sentido de escutar, temos que entender e pôr em prática. Em Ezequiel 33:31 percebemos que existem pessoas que até escutam a Palavra, mas não a coloca em prática.

III - SÓ DEUS PODE AVIVAR UMA PESSOA QUE ESTÁ EM CRISE

Ninguém consegue superar a crise espiritual sem Deus, com pensamento positivo ou com religião. No v.1 foi o Senhor que o levou para ter a visão. No v.3 Ezequiel tem consciência da crise espiritual do povo. Nos vv.4-6 Deus diz que fará a obra e no v.7 vemos que ele faz.. No v.13 Deus deixa claro que é ele quem nos tira dessa situação de morte e seca.
Vem em II Crônicas. Um dos grandes reavivamentos foi na época do rei Asa (2 Crônicas 15:1). Também no reinado de Ezequias houve um grande mover de Deus (2 Crônicas 30:12). Na época do rei Josias o povo se afastou de tal forma que até a lei do Senhor estava perdida e pela ação de Deus o povo voltou a observar a Palavra. (2 Crônicas 34:26-31).
Creio em um Deus que intervém na nossa vida, que participa da nossa história, que se preocupa com a nossa condição, que nos leva a ter interesse pela Sua Palavra e pela casa de Deus.
Deus promete transformar a vida do seu povo com amor e misericórdia. Quando o reavivamento vem, não é por nossos méritos, mas sim pelo desejo de Deus em nos ver novamente firmes e desejosos de servi-lo com dedicação e amor.

CONCLUSÃO

Quando Ezequiel profetizou ele estava demonstrando sua confiança em Deus. Quando estamos em crise na vida espiritual não podemos nos desesperar, temos que confiar em Deus e crer que Ele nos socorre e nos ajuda em toda e qualquer situação, e que pela fé venceremos a crise.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

NADA É IMPOSSÍVEL

Mateus 19:26 - E Jesus, olhando para eles, disse-lhes: Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível

Não há nada que Deus não possa fazer.

Deus quer que todos creiam que não há nada difícil para Ele. As vezes os homens se tornam tão importantes que não lhes interessam as coisas pequenas, mas Deus não age assim. Todo o tempo estamos limitando o poder de Deus através de nossas próprias idéias. Devemos tirar nossos olhos das coisas e pessoas e fixar n’Ele.
Não há nada impossível para Deus.
Imagino que existam dificuldades em cada casa, mas esses obstáculos não ficam em pé por muito tempo quando Deus se levanta para realizar sua obra.

Lembremos João 1:16 - E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça.

É um erro muito comum para os cristãos se esquecerem da plenitude do Senhor. Se alimentam com maná velho e se alegram com as experiências passadas. Se converteram há vinte anos, mas parece que pensam que o senhor lhes deu uma benção que duraria toda a vida. Não é assim. Há uma plenitude infinita em Cristo, e os que crêem nele podem recebe-la a todo momento.

Pergunte a Noé. Ele foi capaz de viver e pregar por cento e vinte anos. Era a única pessoa em todo o mundo que cria em Deus. Ele tinha recebido a plenitude do Senhor. Deus não foi embora, estava lá, todo o tempo com ele.

Pergunte a Josué. Recebeu a plenitude, e ninguém pode fazer frente a ele todos os dias de sua vida.

Veja os 12 discípulos. Não eram homens de estudo nem ciência, não eram grandes oradores, não eram ricos e não tinham uma posição especial. Imagine um pescador galileu escrevendo um livro como o Evangelho de João.
Ele havia recebido a plenitude do Senhor.

Deus quer nos fazer experimentar sua plenitude todos os dias. Não há benção passada para ser vivida hoje, o que Deus tem para nós é sua plenitude a cada dia. Ele quer derramar, agora, sobre a nossa vida, seu poder, sua graça e autoridade sobre as trevas.
Ele quer que experimentemos milagres todos os dias da nossa vida.
N’Ele
Canyon Country, CA,

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