Quando o jovem Lázaro estava muito enfermo, suas irmãs mandaram chamar Jesus com a máxima urgência. Você já parou para pensar no sofrimento desta família quando Jesus não atendeu este pedido de desespero. Elas sabiam que se Jesus chegasse alguma coisa boa ia acontecer, mas, Ele não veio. O silêncio de Deus é difícil de entender e até de aceitar quando achamos que não haverá mais saída se Ele não nos socorrer no momento que achamos que é a última hora.
Sempre queremos que Ele haja logo quando O chamamos, especialmente se o apelo está relacionado ao nosso sofrimento, dor ou medo.
Mas, já que Ele prometeu suprir nossas necessidades, podemos ficar seguros de que o Seu silêncio tem um propósito.
Os discípulos sabiam que Jesus podia curar, mas Jesus queria que eles testemunhassem algo muito maior; o seu poder sobre a morte. Os discípulos tinham ficado desconcertados com as palavras de Jesus sobre a sua morte, e agora precisavam entender que Ele podia cumprir com todas as profecias sobre Sua ressurreição Marcos 9:31,32 – Porque ensinava os seus discípulos, e lhes dizia: O Filho do homem será entregue nas mãos dos homens, e matá-lo-ão; e, morto ele, ressuscitará ao terceiro dia. Mas eles não entendiam esta palavra, e receavam interrogá-lo.
O milagre da ressurreição de Lázaro fazia parte da preparação deles para entenderem o milagre da ressurreição de Jesus.
O silêncio de Deus nos ensina a esperar confiando.
Maria e Marta mandaram dizer que Lázaro estava enfermo, porque esperavam que Ele o curasse. Mas, o que aconteceria com a fé delas se o que esperavam não acontecesse?
Marta reagiu dizendo: Creio que tu és o Cristo. João 11:21-27 – Disse, pois, Marta a Jesus: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. Disse-lhe ela: Sim, Senhor, creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo.
Sua fé ganhou uma recompensa, o Senhor fez um extraordinário milagre, trouxe seu irmão Lázaro à vida.
Na maioria das vezes a única coisa que ouvimos quando oramos é a nossa própria respiração, e isso é frustrante e assustador, principalmente quando estamos desesperados pelo milagre. Mas a palavra de Deus diz que Ele está sempre conosco e que seu silêncio não durará para sempre. Jó 23:8,10 - Eis que se me adianto, ali não está; se torno para trás, não o percebo. Se opera à esquerda, não o vejo; se se encobre à direita, não o diviso. Porém ele sabe o meu caminho; provando-me ele, sairei como o ouro.
Hb. 13:5 - Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes; porque ele disse: Não te deixarei, nem te desampararei.
Fique firme nestas palavras, são promessas do nosso Senhor. Quando buscar socorro n’Ele esteja certo que se tem silêncio há um propósito.
Passamos por problemas frequentemente em nossas vida, se neste momento estamos “ouvindo” somente o silêncio de Deus, descansemos, Ele não faz barulho enquanto trabalha.
Deus o abençoe.
No amor d’Dele.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Parábola dos trabalhadores da vinha.
Na Parábola dos trabalhadores da vinha em Mateus 20:1-10 vemos um pai que cultiva uma vinha para sustentar sua família. Ele representa Deus que, para não deixar sua obra parar contrata trabalhadores. Deus é o Pai da grande família denominada igreja. Sua justiça o faz dar a cada um pagamento justo, não levando em conta a quantidade ou o tempo de serviço. Por isso os trabalhadores contratados para a undecima hora, que são os últimos, recebem como pagamento a mesma moeda dos que trabalharam desde o início. O senhor da vinha distribuiu o trabalho em horários diferentes; na primeira, na terceira, na sexta, na nona e finalmente na undecima hora. Este último grupo era formado por aqueles que não esperavam nada. Foram para serem livres de sua própria vida vazia e falta de propósito, já que ninguém os chamava. Eles mesmos já não criam que seriam chamados para nada, sabiam que estavam esquecidos, abandonados por todos. Quando foram chamados, nem pensaram em recompensa, mas viram na oportunidade a própria recompensa. Isso é injustiça para os da Lei que se ofendem com a atitude do senhor da vinha (Deus). Para eles perdão é a injustiça praticada pela misericórdia.
O senhor estava preocupado com o trabalho, com a obra, enquanto os trabalhadores se preocupavam com o que iam receber pelo trabalho realizado. A preocupação de Jesus ao ensinar através desta parábola é que a recompensa não é medida pela duração do trabalho, mas sim, pela diligencia, fidelidade e qualidade do trabalho feito. Conforme diz a palavra em 2 Tm. 2:2 – E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fieis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.
O dono da vinha não foi injusto com aqueles trabalhadores, pois cada um recebeu o salário de acordo com o contrato. Deus plantou uma vinha neste mundo e conta conosco, seus trabalhadores, para dar conta do trabalho para qual fomos contratados e Ele quer frutos em abundância.
Há muito trabalho na vinha mas muitos estão preocupados com posições, cargos, fama, honra e bajulação. Enquanto que, nosso trabalho é árduo e exige dedicação para que seja produzido um bom vinho. A qualidade do fruto da vinha depende muito do cuidado e dedicação de cada trabalhador contratado, diga-se “chamado para a obra”. É preciso cuidar da terra, semear e podar no tempo certo, e um cuidado extraordinário com os ramos. Para isso se requer uma boa qualificação dos obreiros. 2Tm. 2:15 – Procura apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
A ociosidade é uma ameaça para a vinha de Deus. Nesta parábola ela pode ser vista sob dois aspectos: O primeiro, é através daqueles que estavam ociosos por não terem sido contratados, mas assim que convocados pelo senhor da vinha, se apresentaram ao trabalho. Não importa se você tem estado “na praça”, ou seja, ainda não está empregado, no Reino de Deus há lugar pra você também. O segundo pode ser representado pelo comodismo, preguiça, desqualificação e desinteresse dos que foram contratados desde o início, mas não se dedicam como deveriam pois estão preocupados apenas com o salário, ou em aumentar seu lucro ou ganho o mais que podem.
Este ensino do Senhor Jesus mostra a urgência. Durante todo o dia o dono da vinha procurou trabalhadores, mas foi somente no final do dia que completou o número necessário para o trabalho. Na historia da igreja cristã entramos na undecima hora, chegamos no final do dia, quando se fará a grande colheita. Creia: Nós estamos na última hora! A volta de Jesus está muito próxima. Estamos vivendo tempos de oportunidade pra que mais e mais pessoas aceitem o convite e se tornem trabalhadores na vinha de Deus. Jesus virá! A recompensa também virá! Mas não para todos. Só para os trabalhadores da sua vinha. Seja um deles!
Todos os que trabalharam na vinha do Senhor, da primeira a hora nona, tornaram possível a undecima hora. A justiça divina não é baseada em critérios humanos; os que trabalham na undecima hora são tratados em igualdade com os que começaram nas primeiras horas do dia. Deus é indiscutivelmente extraordinário pois nos surpreende com sua justiça que nada tem a ver com a nossa.
O tempo de trabalho não é relevante no Reino de Deus. Seria bom se todos os trabalhadores soubessem disso e assim os “Dinossauros de Cristo” saberiam que a cada dia temos que renovar nossas vidas, temos que nos tornar “Odres Novos” para que, então o Senhor possa derramar “vinho novo”. Muitos de nós vivemos de experiências passadas, de testemunhos tão antigos que estão desbotados. Não tem nada novo para contar, não tem um encontro recente com o Senhor, que define que ainda continuam seguindo o Senhor e não a “Religião”.
A obra feita não é medida pelo tempo, nós teremos o mesmo salário. O que Jesus queria ensinar aos seus discípulos é que no seu Reino não faz discriminação nem favoritismo, não tem jeitinhos nem política, todos são importantes, os da última hora e os da primeira hora. Pois o mérito do serviço, aos olhos de Deus, não depende da quantidade, depende do espírito como é feito o trabalho.
Lembremos do primeiro amor em nossos corações que nunca poderíamos ter deixado escapar, pois esse é o espírito que Deus quer que trabalhemos em sua obra. Quando somos chamados para o Reino de Deus, somos chamados para o trabalho. A entrada no Reino é pela graça, mediante a fé em Jesus. Mas o Reino é um lugar de trabalho. Não podemos apenas usufruir dos benefícios do Reino sem trabalhar. A recompensa virá, certamente, mas virá pra aqueles que verdadeiramente se envolverem na obra.
Os trabalhadores da primeira hora ao serem os últimos a receberem o salário, e igual ao dos trabalhadores da última hora, murmuraram, reclamaram, pois não podiam ver a bondade do dono da vinha. Mateus 20:15 - Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom? A misericórdia e a graça de Deus sempre surpreende os homens. “os últimos serão os primeiros, e os primeiros, últimos” A Ele toda a glória! A Ele toda a honra!
Naqueles dias os fariseus viviam o papel dos contratados da primeira hora. Achavam que eles haviam “garantido” a vinha. Em seus corações havia a certeza do cumprimento de suas obrigações para com Deus. Eles tinham um “contrato”. E já que também se julgavam justos, pensavam que tinham o direito de questionar a qualquer profeta que se estivesse acompanhado por gente desocupada, gente da praça, sim, gente que nunca tinham trabalhado na vinha. Mas, acima de tudo, eles criam que seu trabalho de manutenção da vinha e do contrato, diga-se: a Lei de Moisés, lhes dava direitos e vantagens sobre os outros, principalmente sobre os que não tinham trabalhado desde a primeira hora, afinal, eles eram os primeiros.
Aquilo que dava significado a vida dos que não esperavam mais nada, mas que agora celebravam em alegria e festa; para os da Lei significava injustiça do senhor da vinha, Assim, o Reino comete injustiça através da misericórdia, visto que a justiça é o que é; porém a misericórdia faz o que não é passar a ser. Por isto é que a misericórdia vence o juízo. Afinal, quem entre nós alguma vez mereceu alguma coisa do dono da vinha?
A idéia fundamental da parábola é a recompensa no reino dos céus, não ditada por motivos menores e humanos, mas que depende exclusivamente da disposição interior e espontânea de um coração renovado. A parábola não ensina que podemos adiar o serviço a vinha, nem que será suficiente trabalhar nos últimos dias de vida. Há muitos que pensam e agem assim. Mas o ensino é outro: nunca é tarde demais para servir ao Senhor. Ao ensinar a parábola, Jesus mostrou que não trata os homens de acordo com o princípio do mérito, da justiça ou da economia. Deus não está interessado em lucros. Deus não lida com o homem com a prática do toma lá dá cá, ou com a lição do mundo que uma boa ação merece recompensa. A graça de Deus não pode, ser dividida em quantidades proporcionais ao que merece o homem, pois ele nada merece.
Pode-se resumir o conteúdo da parábola na afirmação de que ela fala da bondade e da graça de Deus, diante das quais fracassam todos os critérios humanos.
A pergunta de Pedro; Que será, pois, de nós? Ou que receberemos? (Mateus 19:27) Essa pergunta é a que fazemos todos os dias de nossa vida ela é oriunda da essência humana. E a resposta de Jesus é divina. Ela revela: tudo é graça, e a recompensa também é graça.
Eu não sei se me alegro com a sua chegada para o trabalho na vinha, ou você é quem deve se alegrar com a minha chegada. Eu não sei quem chegou primeiro! Em todo caso, se o seu tempo de trabalhador na vinha for mais longo que o meu, alegre-se! Você saiu da praça mais cedo. Mas nos alegraremos juntos pois, é muito bom trabalhar nessa vinha! Você pergunta pelo sustento? Todos receberemos a moeda de prata.
Ruim mesmo, é ficar na praça!
Pr. Antero Mendonça
O senhor estava preocupado com o trabalho, com a obra, enquanto os trabalhadores se preocupavam com o que iam receber pelo trabalho realizado. A preocupação de Jesus ao ensinar através desta parábola é que a recompensa não é medida pela duração do trabalho, mas sim, pela diligencia, fidelidade e qualidade do trabalho feito. Conforme diz a palavra em 2 Tm. 2:2 – E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fieis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros.
O dono da vinha não foi injusto com aqueles trabalhadores, pois cada um recebeu o salário de acordo com o contrato. Deus plantou uma vinha neste mundo e conta conosco, seus trabalhadores, para dar conta do trabalho para qual fomos contratados e Ele quer frutos em abundância.
Há muito trabalho na vinha mas muitos estão preocupados com posições, cargos, fama, honra e bajulação. Enquanto que, nosso trabalho é árduo e exige dedicação para que seja produzido um bom vinho. A qualidade do fruto da vinha depende muito do cuidado e dedicação de cada trabalhador contratado, diga-se “chamado para a obra”. É preciso cuidar da terra, semear e podar no tempo certo, e um cuidado extraordinário com os ramos. Para isso se requer uma boa qualificação dos obreiros. 2Tm. 2:15 – Procura apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
A ociosidade é uma ameaça para a vinha de Deus. Nesta parábola ela pode ser vista sob dois aspectos: O primeiro, é através daqueles que estavam ociosos por não terem sido contratados, mas assim que convocados pelo senhor da vinha, se apresentaram ao trabalho. Não importa se você tem estado “na praça”, ou seja, ainda não está empregado, no Reino de Deus há lugar pra você também. O segundo pode ser representado pelo comodismo, preguiça, desqualificação e desinteresse dos que foram contratados desde o início, mas não se dedicam como deveriam pois estão preocupados apenas com o salário, ou em aumentar seu lucro ou ganho o mais que podem.
Este ensino do Senhor Jesus mostra a urgência. Durante todo o dia o dono da vinha procurou trabalhadores, mas foi somente no final do dia que completou o número necessário para o trabalho. Na historia da igreja cristã entramos na undecima hora, chegamos no final do dia, quando se fará a grande colheita. Creia: Nós estamos na última hora! A volta de Jesus está muito próxima. Estamos vivendo tempos de oportunidade pra que mais e mais pessoas aceitem o convite e se tornem trabalhadores na vinha de Deus. Jesus virá! A recompensa também virá! Mas não para todos. Só para os trabalhadores da sua vinha. Seja um deles!
Todos os que trabalharam na vinha do Senhor, da primeira a hora nona, tornaram possível a undecima hora. A justiça divina não é baseada em critérios humanos; os que trabalham na undecima hora são tratados em igualdade com os que começaram nas primeiras horas do dia. Deus é indiscutivelmente extraordinário pois nos surpreende com sua justiça que nada tem a ver com a nossa.
O tempo de trabalho não é relevante no Reino de Deus. Seria bom se todos os trabalhadores soubessem disso e assim os “Dinossauros de Cristo” saberiam que a cada dia temos que renovar nossas vidas, temos que nos tornar “Odres Novos” para que, então o Senhor possa derramar “vinho novo”. Muitos de nós vivemos de experiências passadas, de testemunhos tão antigos que estão desbotados. Não tem nada novo para contar, não tem um encontro recente com o Senhor, que define que ainda continuam seguindo o Senhor e não a “Religião”.
A obra feita não é medida pelo tempo, nós teremos o mesmo salário. O que Jesus queria ensinar aos seus discípulos é que no seu Reino não faz discriminação nem favoritismo, não tem jeitinhos nem política, todos são importantes, os da última hora e os da primeira hora. Pois o mérito do serviço, aos olhos de Deus, não depende da quantidade, depende do espírito como é feito o trabalho.
Lembremos do primeiro amor em nossos corações que nunca poderíamos ter deixado escapar, pois esse é o espírito que Deus quer que trabalhemos em sua obra. Quando somos chamados para o Reino de Deus, somos chamados para o trabalho. A entrada no Reino é pela graça, mediante a fé em Jesus. Mas o Reino é um lugar de trabalho. Não podemos apenas usufruir dos benefícios do Reino sem trabalhar. A recompensa virá, certamente, mas virá pra aqueles que verdadeiramente se envolverem na obra.
Os trabalhadores da primeira hora ao serem os últimos a receberem o salário, e igual ao dos trabalhadores da última hora, murmuraram, reclamaram, pois não podiam ver a bondade do dono da vinha. Mateus 20:15 - Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom? A misericórdia e a graça de Deus sempre surpreende os homens. “os últimos serão os primeiros, e os primeiros, últimos” A Ele toda a glória! A Ele toda a honra!
Naqueles dias os fariseus viviam o papel dos contratados da primeira hora. Achavam que eles haviam “garantido” a vinha. Em seus corações havia a certeza do cumprimento de suas obrigações para com Deus. Eles tinham um “contrato”. E já que também se julgavam justos, pensavam que tinham o direito de questionar a qualquer profeta que se estivesse acompanhado por gente desocupada, gente da praça, sim, gente que nunca tinham trabalhado na vinha. Mas, acima de tudo, eles criam que seu trabalho de manutenção da vinha e do contrato, diga-se: a Lei de Moisés, lhes dava direitos e vantagens sobre os outros, principalmente sobre os que não tinham trabalhado desde a primeira hora, afinal, eles eram os primeiros.
Aquilo que dava significado a vida dos que não esperavam mais nada, mas que agora celebravam em alegria e festa; para os da Lei significava injustiça do senhor da vinha, Assim, o Reino comete injustiça através da misericórdia, visto que a justiça é o que é; porém a misericórdia faz o que não é passar a ser. Por isto é que a misericórdia vence o juízo. Afinal, quem entre nós alguma vez mereceu alguma coisa do dono da vinha?
A idéia fundamental da parábola é a recompensa no reino dos céus, não ditada por motivos menores e humanos, mas que depende exclusivamente da disposição interior e espontânea de um coração renovado. A parábola não ensina que podemos adiar o serviço a vinha, nem que será suficiente trabalhar nos últimos dias de vida. Há muitos que pensam e agem assim. Mas o ensino é outro: nunca é tarde demais para servir ao Senhor. Ao ensinar a parábola, Jesus mostrou que não trata os homens de acordo com o princípio do mérito, da justiça ou da economia. Deus não está interessado em lucros. Deus não lida com o homem com a prática do toma lá dá cá, ou com a lição do mundo que uma boa ação merece recompensa. A graça de Deus não pode, ser dividida em quantidades proporcionais ao que merece o homem, pois ele nada merece.
Pode-se resumir o conteúdo da parábola na afirmação de que ela fala da bondade e da graça de Deus, diante das quais fracassam todos os critérios humanos.
A pergunta de Pedro; Que será, pois, de nós? Ou que receberemos? (Mateus 19:27) Essa pergunta é a que fazemos todos os dias de nossa vida ela é oriunda da essência humana. E a resposta de Jesus é divina. Ela revela: tudo é graça, e a recompensa também é graça.
Eu não sei se me alegro com a sua chegada para o trabalho na vinha, ou você é quem deve se alegrar com a minha chegada. Eu não sei quem chegou primeiro! Em todo caso, se o seu tempo de trabalhador na vinha for mais longo que o meu, alegre-se! Você saiu da praça mais cedo. Mas nos alegraremos juntos pois, é muito bom trabalhar nessa vinha! Você pergunta pelo sustento? Todos receberemos a moeda de prata.
Ruim mesmo, é ficar na praça!
Pr. Antero Mendonça
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
O FARDO É LEVE!
Estava navegando na internet, quando resolvi visitar alguns blogs. Fiquei assustado com o que encontrei. Uma pesquisa sobre o que faria o novo presidente da CGADB. Um canditado é liberal e outro conservador. Diante de dias tão difíceis e decisivos para a igreja do Nosso Senhor no Brasil, deparei-me com uma discursão sobre se o novo presidente liberal, caso eleito, alteraria os usos e costumes da AD no Brasil. Não dava pra acreditar no que estava lendo, os comentários eram surpreendentes. Como tem gente escrava no nosso meio, como tem gente sofrida no meio evangélico, gente que trocou a escravidão do Egito pela escravidão da religião. Deus, o que fizeram com a tua igreja? O que fizeram com o teu povo?
Não deu, tive entrar no debate e deixar também meu comentário. Que segue na integra a seguir. Que seja útil para reflexão.
Deus nos abençoe e tenha misericórdia de nós.
Quando o Senhor disse que o fardo dele era leve estava dizendo a verdade, a pura verdade. Lançamos sobre Ele nosso jugo e Ele nos deu um fardo leve para carregarmos. Ser cristão não é difícil, é fácil quando nascemos de novo, quando temos uma experiência profunda e real em nossas vidas.
Mas o que fizeram com a igreja?
O que fizeram com o fardo?
O que fizeram com o que o Senhor nos deu?
A religião e os religiosos, os pecadores fariseus e hipócritas, que fazem política suja nos bastidores, que compram e vendem votos, que pecam as escondidas, nas viagens e esquinas do mundo, lançaram sobre o povo um fardo que eles não levam. Um fardo que fez de Deus um inimigo, que faz com que os adolescentes criados nas igrejas fujam por não suportarem carrega-lo. É fácil ser um cristão?
Sim é fácil. Basta ser apaixonado por Jesus, basta nascer de novo e experimentar de sua MARAVILHOSA GRAÇA.
Mas ser crente seguidor de doutrinas e costumes de homens não, isso não é fácil. É muito difícil!
Fizeram do Deus de amor um deus pronto a massacrar a pobre coitada que corta o cabelo ou usa uma calça cumprida. Coisa de Homem!
Que horror! Uma igreja onde as mulheres não podem falar, pregar, ministrar, pois isso é pecado, a mulher deve ficar calada. Que tal estudar a palavra e ver com que fim foi dito isso?
Porque a mulher não pode falar? Porque não pode ensinar aos homens? Isso é um absurdo? Isso é anti-bíblico ou acham que ouvir uma mulher falar e ensinar os desqualifica ou os deprecia? Na verdade são tolos pois acham que são melhores que elas. Homens, pobres homens! Os religiosos sempre acham que são melhores do que os outros.
Que horror! Uma igreja onde não se pode usar barba, mas pode usar bigode. Deus deu um limite, o pêlo só pode ir até o canto da boca, se ultrapassar está em pecado. Meu Deus que Horror!
Fizeram de Deus um inimigo, pronto a punir o primeiro que infligir essas leis ditas inspiradas. Inspiradas por quem? Quem inspirou isso? Deus? Não é possível, Deus não fez isso, não faria isso com o povo pelo qual foi capaz de morrer na cruz.
Mas apesar do tempo e da aculturação do povo evangélico o que se vê é um grande número de "líderes" defendendo esse horror.
Fizeram de Deus um inimigo.
A todos quantos o receberam deu-lhes o direito de serem feitos filhos de Deus. Esqueceram de ler isso. Ele é nosso Pai, Ele nos ama como filhos.
Eles não conseguem entender o que é Pai. Foram espancados pelos pais e agora em nome de uma religião que os separa de Deus espanca seus filhos, quando não com cinto, com suas palavras amargas e crueis. Esse é o evangelho dos fazedores da religião que não religa. Na verdade desliga, pois ensina que o caminho é fazer coisas, muitas coisas para ser aceito por Ele. Ele já fez tudo, mas será que valeu? Não
Para os religiosos não.
É preciso seguir padrões que nos uniformizam, que nos fazem iguais. Como se Deus gostasse disso, como se Deus nos criara para isso. Veja uma foto de um culto em uma grande igreja "religiosa" .
São todos iguais, não há diferença, você tem que ser igual ao padrão, senão..... o deus inimigo te castiga, e um monte de desgraças acontecerá em sua vida.
Pra que diabo, se a religião já faz a obra dele.
Fizeram de Deus inimigo, que Horror!
Enquanto isso vou adorando meu Senhor, apaixonado por Ele, vivendo meus 35 anos de crente liberto pelo Senhor, que me resgatou do satanismo, que me livrou da mão do inimigo e me fez livre.
Ele me ama, me deu um fardo leve e suave.
Ele me ajuda a vencer, a lutar contra o pecado e buscar santidade, mas sigo livre, liberto. Não tenho que fazer coisas, vestir igual ou falar igual. Sou um individuo, criado especialmente por Ele. Tenho identidade, tenho um nome, tenho uma impressão digital só minha. Ele me ama. Eu sou d'Ele e Ele é meu.
Pr. Antero Mendonça
Não deu, tive entrar no debate e deixar também meu comentário. Que segue na integra a seguir. Que seja útil para reflexão.
Deus nos abençoe e tenha misericórdia de nós.
Quando o Senhor disse que o fardo dele era leve estava dizendo a verdade, a pura verdade. Lançamos sobre Ele nosso jugo e Ele nos deu um fardo leve para carregarmos. Ser cristão não é difícil, é fácil quando nascemos de novo, quando temos uma experiência profunda e real em nossas vidas.
Mas o que fizeram com a igreja?
O que fizeram com o fardo?
O que fizeram com o que o Senhor nos deu?
A religião e os religiosos, os pecadores fariseus e hipócritas, que fazem política suja nos bastidores, que compram e vendem votos, que pecam as escondidas, nas viagens e esquinas do mundo, lançaram sobre o povo um fardo que eles não levam. Um fardo que fez de Deus um inimigo, que faz com que os adolescentes criados nas igrejas fujam por não suportarem carrega-lo. É fácil ser um cristão?
Sim é fácil. Basta ser apaixonado por Jesus, basta nascer de novo e experimentar de sua MARAVILHOSA GRAÇA.
Mas ser crente seguidor de doutrinas e costumes de homens não, isso não é fácil. É muito difícil!
Fizeram do Deus de amor um deus pronto a massacrar a pobre coitada que corta o cabelo ou usa uma calça cumprida. Coisa de Homem!
Que horror! Uma igreja onde as mulheres não podem falar, pregar, ministrar, pois isso é pecado, a mulher deve ficar calada. Que tal estudar a palavra e ver com que fim foi dito isso?
Porque a mulher não pode falar? Porque não pode ensinar aos homens? Isso é um absurdo? Isso é anti-bíblico ou acham que ouvir uma mulher falar e ensinar os desqualifica ou os deprecia? Na verdade são tolos pois acham que são melhores que elas. Homens, pobres homens! Os religiosos sempre acham que são melhores do que os outros.
Que horror! Uma igreja onde não se pode usar barba, mas pode usar bigode. Deus deu um limite, o pêlo só pode ir até o canto da boca, se ultrapassar está em pecado. Meu Deus que Horror!
Fizeram de Deus um inimigo, pronto a punir o primeiro que infligir essas leis ditas inspiradas. Inspiradas por quem? Quem inspirou isso? Deus? Não é possível, Deus não fez isso, não faria isso com o povo pelo qual foi capaz de morrer na cruz.
Mas apesar do tempo e da aculturação do povo evangélico o que se vê é um grande número de "líderes" defendendo esse horror.
Fizeram de Deus um inimigo.
A todos quantos o receberam deu-lhes o direito de serem feitos filhos de Deus. Esqueceram de ler isso. Ele é nosso Pai, Ele nos ama como filhos.
Eles não conseguem entender o que é Pai. Foram espancados pelos pais e agora em nome de uma religião que os separa de Deus espanca seus filhos, quando não com cinto, com suas palavras amargas e crueis. Esse é o evangelho dos fazedores da religião que não religa. Na verdade desliga, pois ensina que o caminho é fazer coisas, muitas coisas para ser aceito por Ele. Ele já fez tudo, mas será que valeu? Não
Para os religiosos não.
É preciso seguir padrões que nos uniformizam, que nos fazem iguais. Como se Deus gostasse disso, como se Deus nos criara para isso. Veja uma foto de um culto em uma grande igreja "religiosa" .
São todos iguais, não há diferença, você tem que ser igual ao padrão, senão..... o deus inimigo te castiga, e um monte de desgraças acontecerá em sua vida.
Pra que diabo, se a religião já faz a obra dele.
Fizeram de Deus inimigo, que Horror!
Enquanto isso vou adorando meu Senhor, apaixonado por Ele, vivendo meus 35 anos de crente liberto pelo Senhor, que me resgatou do satanismo, que me livrou da mão do inimigo e me fez livre.
Ele me ama, me deu um fardo leve e suave.
Ele me ajuda a vencer, a lutar contra o pecado e buscar santidade, mas sigo livre, liberto. Não tenho que fazer coisas, vestir igual ou falar igual. Sou um individuo, criado especialmente por Ele. Tenho identidade, tenho um nome, tenho uma impressão digital só minha. Ele me ama. Eu sou d'Ele e Ele é meu.
Pr. Antero Mendonça
sábado, 7 de fevereiro de 2009
A ORAÇÃO RESPONDIDA
Nosso Deus nos exorta em sua Palavra a orar sem cessar I Ts 5:17 - Orai sem cessar. Ele também promete responder nossas súplicas a todo momento Lucas 11:9 E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á;
Se Deus não tivesse intenção de responder, não nos exortaria a orar. Ele disse que qualquer pai que ama a seu filho sempre dá ou procura dar tudo o que o filho precisa.
É desta mesma maneira que nosso Pai Celestial quer nos abençoar. Se desejamos que Deus responda nossas orações, temos que cumprir tres requisitos:
1- Temos que reconhecer que Jesus Cristo é nosso Salvador pessoal, e manter uma relação pessoal com Ele. A Bíblia nos diz: “Salmo 66:18- Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá. Isto não significa que não vamos pecar mais, pois Deus conhece nossas debilidades. O que temos que fazer é confessar ao Senhor nossos pecados e tratar de viver longe deles.
2- Temos que pedir corretamente. I Jo 5:14 nos diz: E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.
Isso nos fala que devemos pedir ao Senhor sempre o que está de acordo com Sua vontade. Podemos vir a Sua presença em oração e falar todos nossos desejos, mas depois de certo tempo fazendo isto, vamos deixar de lado aqueles pedidos que não são do Seu agrado.
3- Temos que orar de uma maneira específica e confiando que vamos ser ouvidos e atendidos. Se pedimos o que está de acordo com Sua vontade, nossas orações serão respondidas. Ele nos exorta a orar e nos promete responder nossas súplicas. Peça a Deus que lhe mostre se há alguma coisa em sua vida que está impedindo escutar sua resposta.
Pr. Antero Mendonça
Se Deus não tivesse intenção de responder, não nos exortaria a orar. Ele disse que qualquer pai que ama a seu filho sempre dá ou procura dar tudo o que o filho precisa.
É desta mesma maneira que nosso Pai Celestial quer nos abençoar. Se desejamos que Deus responda nossas orações, temos que cumprir tres requisitos:
1- Temos que reconhecer que Jesus Cristo é nosso Salvador pessoal, e manter uma relação pessoal com Ele. A Bíblia nos diz: “Salmo 66:18- Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá. Isto não significa que não vamos pecar mais, pois Deus conhece nossas debilidades. O que temos que fazer é confessar ao Senhor nossos pecados e tratar de viver longe deles.
2- Temos que pedir corretamente. I Jo 5:14 nos diz: E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve.
Isso nos fala que devemos pedir ao Senhor sempre o que está de acordo com Sua vontade. Podemos vir a Sua presença em oração e falar todos nossos desejos, mas depois de certo tempo fazendo isto, vamos deixar de lado aqueles pedidos que não são do Seu agrado.
3- Temos que orar de uma maneira específica e confiando que vamos ser ouvidos e atendidos. Se pedimos o que está de acordo com Sua vontade, nossas orações serão respondidas. Ele nos exorta a orar e nos promete responder nossas súplicas. Peça a Deus que lhe mostre se há alguma coisa em sua vida que está impedindo escutar sua resposta.
Pr. Antero Mendonça
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
VAGAS NO REINO DE DEUS - Ricardo Godim
Chegou às minhas mãos um documento confidencial, com uma chancela em alto relevo, que diz: "Sala do Trono". É uma circular interna do Céu que descreve o perfil das pessoas que Deus procura para encarnarem os valores do seu Reino na terra.
Não me perguntem quem vazou esse papel tão sigiloso; realmente desconheço sua origem. Só consigo comprovar sua autenticidade pelo conteúdo das propostas, a meu ver, coerentes com a Bíblia.
Transcrevo-o abaixo.
"Procuram-se mulheres e homens que não vivam escravizados pelas mesmas obsessões que dominam as pessoas: riqueza, fama e poder. Serão dispensados aqueles que correm alucinados, sempre perguntando: 'Que comeremos, que beberemos? Ou: com que nos vestiremos?'. Não serão recebidos currículos de quem gosta dos lugares de honra, e de posar ao lado de pessoas consideradas importantes. Nenhum entrevistado pode vangloriar-se de seus feitos. Sugere-se que seja considerado apenas o que se enleva com a grandeza das galáxias ou com a fragilidade das margaridas. O candidato pré-aprovado deve estagiar em algum deserto e será despedido sumariamente aquele que não souber ouvir a voz dos ventos mais delicados; não se extasiar com o pôr-do-sol que colore o céu de vermelho; e não se calar diante das constelações que enfeitam as noites escuras com seus diamantes.
Para ocupar a posição de apóstolo, só se admitirá o que abrir mão deste título; será reprovado o candidato que afirmar, em algum ponto da entrevista, que se sente honrado com a possibilidade de continuar com a missão apostólica. O entrevistado precisará revelar discrição e total desinteresse para com os louvores humanos. Não será admitido, em hipótese alguma, qualquer um que, mesmo de relance, demonstre estar cogitando um projeto próprio. Está desqualificado o que insinuar, até inconscientemente, que gosta de dinheiro. Será desprezado quem se esforçar para mostrar uma espiritualidade mais intensa que a maioria das pessoas.
Há grande necessidade de profeta, mas se exigirá um rigor maior no preenchimento dessa posição. O profeta será testado em sua capacidade de sentir o coração de Deus. Numa primeira avaliação, o candidato será levado a conviver com os sofrimentos mais cruciantes da humanidade. Será despedido sumariamente aquele que oferecer explicações teológicas para a dor universal. Antes, requer-se que o profeta saiba deitar seu ouvido no coração de Deus e sinta seus anseios e vibrações pela raça humana. Reprove-se o que não verter lágrimas; não soluçar com a morte desnecessária de crianças; não se indignar com a volúpia dos que acumulam fortunas, não protestar contra a indiferença dos confortáveis; e não lutar contra os preconceitos racial, cultural e de gênero.
O candidato a evangelista deverá preencher os seguintes critérios: 1) Amar as pessoas, mais do que seu ofício. Portanto, é bom observar como reage ao sucesso ou ao fracasso. Será reprovado todo aquele que demonstrar extrema alegria pelo bom desempenho de alguma empreitada. Será descartado, igualmente, o que se entristecer com o baixo rendimento de seus esforços. Somente estará apto para o ofício de evangelista quem aprender a amar, mesmo quando as pessoas resistem à sua mensagem. Ser fiel é mais importante que bem sucedido. 2) Não se aceitará o orador empolado, que repita clichês, ou que maltrate o bom senso das pessoas com frases prontas. Quem fizer promessas irreais, responder ao drama humano com simplismos; se usar a mensagem do Evangelho com o intento de subornar ou coagir o amor das pessoas, será desconsiderado. 3) Terá desclassificação imediata, quem fizer convite de conversão, apelando para as emoções. A entrevista qualificatória deve terminar no instante em que se perceber que o candidato a evangelista gosta de manipular e sensibilizar as pessoas com choros e frenesis.
Há vaga para pastor. Contudo, não se deve apressar o preenchimento dessa função. Só será admitido, candidato que já tenha caminhado extensamente com o povo. É bom que conheça todo espectro social e saiba transitar entre ricos e pobres; doentes crônicos e atletas profissionais; patrões e empregados. Como os pastores não podem viver trancados em gabinetes, é de bom alvitre que se avalie como se comporta quando prega para grandes auditórios, e como trata indivíduos. O que demonstrar maior traquejo com multidões, mas evita o contato pessoal, será repudiado. Todo pastor precisa caminhar de mãos dadas com famílias enlutadas; precisa saber esperar pela notícia de morte ao lado das ovelhas que choram no corredor da UTI; precisa conversar pacientemente com os jovens que lutam com sua sexualidade; e precisa abraçar carinhosamente os idosos. É imprescindível que, vez por outra, chore quando oficiar casamentos.
Existe uma grande necessidade de mestre. Mas, para essa função, o candidato precisa apresentar seu currículo acadêmico, que será analisado de acordo com a capacidade e oportunidades de cada um. Contudo, o futuro mestre não pode valorizar exageradamente a letra a ponto de matar o espírito dos textos. Ele deve revelar disposição de defender a verdade, principalmente quando ela estiver a serviço da vida. Será desclassificado aqueles que, na defesa de suas convicções, demonstrar descaso existencial. Deve-se pedir que cada candidato escreva ressonâncias a poesias, pintura ou música; deverão ficar de fora, os que mostrarem rigor exagerado no literalismo, na análise técnica da obra. Não serve para essa função o que perde a beleza subjetiva, aquela que só se percebe com o coração. Quando o entrevistado comentar que domina um determinado assunto, ficará sob suspeição até o final da entrevista. A título de exercício, em cada argumentação do futuro mestre, é mister que haja contestação com pressupostos diferentes. Caso se mostre intolerante, ou não ceda na arrogância de seu conhecimento, será reprovado".
Surpreendi-me com integridade da Descrição de Funções do Reino Deus! Como é fantástico que Ele continue à procura de cooperadores verdadeiros.
Aconselho que muitos candidatos se tranquem em seus quartos, dobrem os joelhos e se voluntariem; será uma honra verem-se incluídos para o nobilíssimo serviço de continuar o que Jesus começou.
Eu já me candidatei e aguardo minha aceitação. Mas, enquanto ela não chega, treino outros. Desejo que eles se tornem hábeis artesãos de uma nova história.
Não me perguntem quem vazou esse papel tão sigiloso; realmente desconheço sua origem. Só consigo comprovar sua autenticidade pelo conteúdo das propostas, a meu ver, coerentes com a Bíblia.
Transcrevo-o abaixo.
"Procuram-se mulheres e homens que não vivam escravizados pelas mesmas obsessões que dominam as pessoas: riqueza, fama e poder. Serão dispensados aqueles que correm alucinados, sempre perguntando: 'Que comeremos, que beberemos? Ou: com que nos vestiremos?'. Não serão recebidos currículos de quem gosta dos lugares de honra, e de posar ao lado de pessoas consideradas importantes. Nenhum entrevistado pode vangloriar-se de seus feitos. Sugere-se que seja considerado apenas o que se enleva com a grandeza das galáxias ou com a fragilidade das margaridas. O candidato pré-aprovado deve estagiar em algum deserto e será despedido sumariamente aquele que não souber ouvir a voz dos ventos mais delicados; não se extasiar com o pôr-do-sol que colore o céu de vermelho; e não se calar diante das constelações que enfeitam as noites escuras com seus diamantes.
Para ocupar a posição de apóstolo, só se admitirá o que abrir mão deste título; será reprovado o candidato que afirmar, em algum ponto da entrevista, que se sente honrado com a possibilidade de continuar com a missão apostólica. O entrevistado precisará revelar discrição e total desinteresse para com os louvores humanos. Não será admitido, em hipótese alguma, qualquer um que, mesmo de relance, demonstre estar cogitando um projeto próprio. Está desqualificado o que insinuar, até inconscientemente, que gosta de dinheiro. Será desprezado quem se esforçar para mostrar uma espiritualidade mais intensa que a maioria das pessoas.
Há grande necessidade de profeta, mas se exigirá um rigor maior no preenchimento dessa posição. O profeta será testado em sua capacidade de sentir o coração de Deus. Numa primeira avaliação, o candidato será levado a conviver com os sofrimentos mais cruciantes da humanidade. Será despedido sumariamente aquele que oferecer explicações teológicas para a dor universal. Antes, requer-se que o profeta saiba deitar seu ouvido no coração de Deus e sinta seus anseios e vibrações pela raça humana. Reprove-se o que não verter lágrimas; não soluçar com a morte desnecessária de crianças; não se indignar com a volúpia dos que acumulam fortunas, não protestar contra a indiferença dos confortáveis; e não lutar contra os preconceitos racial, cultural e de gênero.
O candidato a evangelista deverá preencher os seguintes critérios: 1) Amar as pessoas, mais do que seu ofício. Portanto, é bom observar como reage ao sucesso ou ao fracasso. Será reprovado todo aquele que demonstrar extrema alegria pelo bom desempenho de alguma empreitada. Será descartado, igualmente, o que se entristecer com o baixo rendimento de seus esforços. Somente estará apto para o ofício de evangelista quem aprender a amar, mesmo quando as pessoas resistem à sua mensagem. Ser fiel é mais importante que bem sucedido. 2) Não se aceitará o orador empolado, que repita clichês, ou que maltrate o bom senso das pessoas com frases prontas. Quem fizer promessas irreais, responder ao drama humano com simplismos; se usar a mensagem do Evangelho com o intento de subornar ou coagir o amor das pessoas, será desconsiderado. 3) Terá desclassificação imediata, quem fizer convite de conversão, apelando para as emoções. A entrevista qualificatória deve terminar no instante em que se perceber que o candidato a evangelista gosta de manipular e sensibilizar as pessoas com choros e frenesis.
Há vaga para pastor. Contudo, não se deve apressar o preenchimento dessa função. Só será admitido, candidato que já tenha caminhado extensamente com o povo. É bom que conheça todo espectro social e saiba transitar entre ricos e pobres; doentes crônicos e atletas profissionais; patrões e empregados. Como os pastores não podem viver trancados em gabinetes, é de bom alvitre que se avalie como se comporta quando prega para grandes auditórios, e como trata indivíduos. O que demonstrar maior traquejo com multidões, mas evita o contato pessoal, será repudiado. Todo pastor precisa caminhar de mãos dadas com famílias enlutadas; precisa saber esperar pela notícia de morte ao lado das ovelhas que choram no corredor da UTI; precisa conversar pacientemente com os jovens que lutam com sua sexualidade; e precisa abraçar carinhosamente os idosos. É imprescindível que, vez por outra, chore quando oficiar casamentos.
Existe uma grande necessidade de mestre. Mas, para essa função, o candidato precisa apresentar seu currículo acadêmico, que será analisado de acordo com a capacidade e oportunidades de cada um. Contudo, o futuro mestre não pode valorizar exageradamente a letra a ponto de matar o espírito dos textos. Ele deve revelar disposição de defender a verdade, principalmente quando ela estiver a serviço da vida. Será desclassificado aqueles que, na defesa de suas convicções, demonstrar descaso existencial. Deve-se pedir que cada candidato escreva ressonâncias a poesias, pintura ou música; deverão ficar de fora, os que mostrarem rigor exagerado no literalismo, na análise técnica da obra. Não serve para essa função o que perde a beleza subjetiva, aquela que só se percebe com o coração. Quando o entrevistado comentar que domina um determinado assunto, ficará sob suspeição até o final da entrevista. A título de exercício, em cada argumentação do futuro mestre, é mister que haja contestação com pressupostos diferentes. Caso se mostre intolerante, ou não ceda na arrogância de seu conhecimento, será reprovado".
Surpreendi-me com integridade da Descrição de Funções do Reino Deus! Como é fantástico que Ele continue à procura de cooperadores verdadeiros.
Aconselho que muitos candidatos se tranquem em seus quartos, dobrem os joelhos e se voluntariem; será uma honra verem-se incluídos para o nobilíssimo serviço de continuar o que Jesus começou.
Eu já me candidatei e aguardo minha aceitação. Mas, enquanto ela não chega, treino outros. Desejo que eles se tornem hábeis artesãos de uma nova história.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Pregando na igreja do meu grande amigo Heder Barbosa.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Escutar Deus é essencial para andar com Ele.
Uma das lições mais importantes para o crente é como escutar Deus. Em nossas vidas complexas não há nada mais urgente, mais necessário, ou mais gratificante que escutar o que Deus tem a nos dizer. Uma verdadeira conversa envolve falar e escutar. Muitas vezes estamos tão ocupados conosco ou com a obra de Deus que não temos tempo para prestar atenção a sua voz.
Falamos frequentemente sobre as necessidades da nossa vida pessoal e do nosso ministério. Mas entre pregações, trabalhos, Tv, viagens e administração da nossa vida, acabamos dedicando pouco tempo para escutar a Deus.
Muitos acabam com problemas sérios de saúde devido a falta de cuidado com a alimentação, exercícios e descanso. Se não aprendermos a escutar a Deus, podemos cometer erros que marcarão nossa vida para sempre.
Hebreus 1:1,2 nos diz que Deus continua falando no presente igual fazia no passado. Ele sempre se comunica para o nosso benefício - Ele deseja que o escutemos e falemos com Ele em total obediência para que assim vivamos com maior alegria e força. Para que tudo isso possa acontecer devemos aprender este conceito crucial: "Quando Deus fala, Ele fala com você".
Tudo o que está escrito na Palavra de Deus se aplica a nossa vida. Cada mensagem ou comunicação baseada na verdade da Palavra de Deus tem um significado pessoal para nós. Cada sermão baseado na Bíblia, cada livro que explique acertadamente a Palavra de Deus e cada versículo da Bíblia são para nós, é Deus falando, é o Senhor procurando com seu Amor e Graça se comunicar conosco, pobres, fracos e falhos, mas filhos de Deus. Cada um de nós deve tomar a Palavra de Deus pessoalmente! Ele nos ama e fala conosco como indivíduos criados por Ele para o Louvor de Sua Glória.
Assim que abrirmos nossas Bíblias ou entrarmos na igreja, devemos pedir ao Espirito Santo que nos ajude a escutar verdadeiramente a mensagem específica que o Pai tem para nossa vida. Escutar Deus não é uma atividade casual; é o mais importante que podemos fazer, para nosso bem estar agora e também para toda a eternidade.
Devemos buscar esta comunhão e perguntar sempre ao Senhor, todos os dias, todas as horas: - Deus o que queres falar agora?
Pr. Antero Mendonça
Falamos frequentemente sobre as necessidades da nossa vida pessoal e do nosso ministério. Mas entre pregações, trabalhos, Tv, viagens e administração da nossa vida, acabamos dedicando pouco tempo para escutar a Deus.
Muitos acabam com problemas sérios de saúde devido a falta de cuidado com a alimentação, exercícios e descanso. Se não aprendermos a escutar a Deus, podemos cometer erros que marcarão nossa vida para sempre.
Hebreus 1:1,2 nos diz que Deus continua falando no presente igual fazia no passado. Ele sempre se comunica para o nosso benefício - Ele deseja que o escutemos e falemos com Ele em total obediência para que assim vivamos com maior alegria e força. Para que tudo isso possa acontecer devemos aprender este conceito crucial: "Quando Deus fala, Ele fala com você".
Tudo o que está escrito na Palavra de Deus se aplica a nossa vida. Cada mensagem ou comunicação baseada na verdade da Palavra de Deus tem um significado pessoal para nós. Cada sermão baseado na Bíblia, cada livro que explique acertadamente a Palavra de Deus e cada versículo da Bíblia são para nós, é Deus falando, é o Senhor procurando com seu Amor e Graça se comunicar conosco, pobres, fracos e falhos, mas filhos de Deus. Cada um de nós deve tomar a Palavra de Deus pessoalmente! Ele nos ama e fala conosco como indivíduos criados por Ele para o Louvor de Sua Glória.
Assim que abrirmos nossas Bíblias ou entrarmos na igreja, devemos pedir ao Espirito Santo que nos ajude a escutar verdadeiramente a mensagem específica que o Pai tem para nossa vida. Escutar Deus não é uma atividade casual; é o mais importante que podemos fazer, para nosso bem estar agora e também para toda a eternidade.
Devemos buscar esta comunhão e perguntar sempre ao Senhor, todos os dias, todas as horas: - Deus o que queres falar agora?
Pr. Antero Mendonça
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